domingo, 30 de dezembro de 2007

Happy New Year!

Porque as malas já estão feitas e o Algarve chama por mim, aqui ficam, desde já, os meus votos de um óptimo 2008!

Parabéns...

...à minha amiga Vespinha. Uma amiga com "A" grande, daquelas que quase já não se usam, de tão verdadeira e incondicional - como a amizade deve ser.

Que este ano que traga consigo tudo aquilo com que mais sonhas, porque mereces tudo isso e ainda muito mais.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Que Horas São?

A partir deste Natal, e graças a PM, terei todo o gosto em responder a esta pergunta...

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Fever for Chocolate III

Com a quantidade gigantesca de chocolates que comi (e continuo a comer) devido ao Natal, estou à espera de, a qualquer momento, acordar assim. Até lá, vou aproveitar e acabar com as muitas caixas que ainda me restam, que a partir de Janeiro a coisa muda de figura e juro que não vou ingerir nada para além de oxigénio...

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

História de Uma Ida ao Cinema

E hoje não podia deixar de registar a primeira ida ao cinema de Baby V. Foi um verdadeiro sucesso, portou-se lindamente e já pediu para ir mais vezes.

Já eu, há imenso tempo que não vou ao cinema ver um filme "normal". Aliás, pensando bem, o último filme a que assisti devia ser contemporâneo do "E Tudo O Vento Levou". E ainda há quem se admire com o facto de ser viciada em séries...

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

A Mary Little Christmas

Quando nos tornamos adultos - e sobretudo quando começamos a ter filhos e os amigos também - o Natal passa a ser "das crianças". Ou seja, passamos rapidamente de cabeças de cartaz a figurantes, de forma a dar o devido protagonismo aos mais pequenos. O que é lógico, mas não necessariamente justo.

Foi por este motivo que, desta vez, resolvi dar um brinquedo ao meu marido: uma pista de carros, daquelas com que todos os homens sonham, mas que nunca têm coragem de comprar. Porque ele é, segundo as suas próprias palavras, uma "criança grande" e não é justo que tenha de abdicar dessa condição só porque o bilhete de identidade já não lhe permite usufruir do título.

E pela primeira vez em muitos anos, passei o Natal a... brincar. Tal como acontecia há muito tempo atrás. A fazer corridas, a ver quem é o mais rápido e a fazer batota, até.

Neste preciso momento, as crianças já dormem e tenho o meu marido e o meu irmão à minha frente, embrenhados numa corrida interminável. E eu estou aqui mortinha para correr com um deles. Porque, bem lá no fundo, todos nós temos reminiscências de quando receber roupa era uma tremenda de uma seca...