segunda-feira, 21 de julho de 2008

15 Days and Counting!

E para quem não acreditava que eu fosse capaz, estou há DUAS SEMANAS sem tocar num único chocolate!

Mais ainda: consigo olhar para a fotografia acima sem começar a rever mentalmente todos os sítios onde poderia comprar uma tablete a esta hora.

Oxalá pudesse dizer o mesmo relativamente aos gelados...

quinta-feira, 17 de julho de 2008

A Importância de Chegar a Casa

Há dias recebi um e-mail em que se relatava a participação de Mário Cordeiro numa conferência organizada pelo Departamento de Assuntos Sociais e Culturais da Câmara Municipal de Oeiras, na qual o pediatra defendeu que muitas birras (e até problemas mais graves) poderiam ser evitadas se os pais conseguissem largar tudo quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos:

"Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras."

Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstância do momento ou de cada dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.

Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos e facilmente verificáveis no dia-a-dia.

Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dá origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.

Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar, não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma. Por tudo isto e pelo que fica dito no início sobre a importância fundamental que os pais-homem têm no desenvolvimento dos seus filhos, é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.

in Boletim de Julho da Acreditar

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Last Lost

Mas quem é que me manda a mim, que ando para lá de cansada e acordo todos os dias com as galinhas para levar Baby V. à escola-em-horário-de-praia-que-é-como-quem-diz-cedo-como-tudo, ver quatro espisódios do Lost de seguida, até às tantas da madrugada, só para descobrir como acaba a série 4?!

QUEM?!

terça-feira, 15 de julho de 2008

Swamped

Há muito, muito tempo atrás, numa galáxia não tão distante como isso, lembro-me do mês de Julho ser uma altura mais ou menos calma, em que o trabalho abrandava um pouco e havia tempo para respirar entre projectos. O telefone não tocava tanto, havia muitas pessoas de férias e o Verão incutia todo um espírito de informalidade a um mês que era de trabalho mas ao mesmo tempo já não era bem.

De há uns anos para cá, a tendência tem sido a inversa e hoje dou por mim, a meio de Julho, com mais trabalho do que nunca. E como não quero ser chata como tudo nem falar sobre coisas que não interessam a ninguém, dou esta ameaça de post por terminada, até que haja tempo e cabeça para falar sobre coisas mais aliciantes do que apresentações, propostas e orçamentos. Que é como quem diz, sobre quase tudo.

segunda-feira, 14 de julho de 2008