segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Sai Um Nobel!

E o Prémio Nobel da Física de 2008 vai para...

...Floripes Antunes!

Por ter feito uma descoberta equiparável à do fogo ou da roda: a maneira mais correcta de nos pesarmos! Por isso, já sabem: se a balança vos devolvia um número que não parecia ser verdade... o mais provável era estarem a fazer tudo ao contrário! Daahhh...!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Estado de Emergência

A ver a série 10 do ER em formato maratona (mesmo como eu gosto), com a série 11 já na calha e em estado hipocondríaco crescente à semelhança de há um ano atrás, não me resta muito tempo para escrever.

Volto quando a maratona acabar. Ou quando me internarem num hospital com uma série de sintomas imaginários - mas muitíssimo sentidos.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Wall-E

Tem corpo de robô do tempo da (primeira) guerra, cabeça de E.T. e olhos de Gato das Botas. E é o novo ídolo lá de casa. De Baby V. e nosso.

Para além de termos adorado o filme - que tem uma mensagem ambiental muitíssimo pertinente e difícil de ignorar -, gostámos ainda mais do robô telecomandado que Baby V. recebeu nos anos. E todos nos debatemos para brincar um bocadinho com ele. Nem que seja à noite, às escondidas, enquanto as crianças dormem.

Muito obrigada, Wall-E: por nos lembrares que temos de cuidar do nosso planeta... e da criança que há dentro de nós.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Um Ser Perfeito

No fim-de-semana passado, enquanto assitia a um daqueles programas sobre a vida selvagem que dão à hora do almoço, descobri uma forma de vida perfeita: o animal que eu gostaria de ter sido nesta vida e no qual me quero transformar caso tenha de voltar a este mundo: o canguru. Sim, o canguru. E porquê? Porque as fêmeas daquela espécie têm aquele que é, porventura, o parto mais civilizado de todos os mamíferos.

Quem me conhece sabe que tenho um trauma enorme (monstruoso, diria mesmo) com partos. A tal ponto que ainda hoje fico com suores frios sempre que me lembro do parto de Baby V., o qual continua a ser o cenários dos meus poucos mas recorrentes pesadelos. Lembro-me de tudo como se tivesse sido ontem, ao ponto de ter achado que estava tudo a acontecer outra vez quando Baby C. nasceu - e não estava.

Foi por isso que fiquei tão fascinada com a forma como as fêmeas cangurus dão à luz: porque elas... nem dão por isso. E como é que isso é possível? Porque os bebés cangurus saem cá para fora apenas um mês após a concepção, com aproximadamente 2,5 cm de comprimento e cara de embrião (pelo que elas podem lindamente andar nas compras com as amigas, que nem dão pela coisa), após o que sobem até à bolsa marsupial, onde ficam a mamar e a ganhar peso para, cinco meses depois, emergirem bonitos e compostos. Dá para acreditar?!

Não, não dá. Por isso é que vou já chamar o Nelson Évora que há em mim e começar a treinar o salto em comprimento.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Parabéns...

...ao meu querido Baby V. E muito obrigada pelos quatro anos mais felizes da minha vida. Também eu te adóio. Nem sonhas o quanto.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

GrandMary

Porque não existe nenhuma maneira fácil de dizê-lo, mais vale confessá-lo de uma vez: sou avó. Baby C., que eu pensava ainda ser um bebé, arranjou ela própria um bebé (que Baby V. baptizou rapidamente de Madalena) e que, de um momento para o outro, tomou conta da casa.

Agora, para além de ter carrinhos por todo o lado, passo a vida a tropeçar em biberões, chuchas, fraldas (sim, porque ela tem fraldas a fingir!), chávenas, pires, talheres (para fazer papinhas) e em toda uma parafernália de tralha que faz com que a minha sala se pareça perigosamente com um outlet da Pollux.

O que vale é que é tudo a brincar. Mas como uma mulher prevenida vale por duas - e não vá o diabo tecê-las-, vou já fazer a minha pré-inscrição numa residência assistida para séniores com vista para o mar. Porque (já dizia um banco) há valores que duram sempre. E o estilo é um deles.