terça-feira, 8 de abril de 2014

Um copo de água com limão por dia, nem sabe o bem que lhe fazia


Há que tempos que ouço dizer que faz lindamente beber um copo de água morna com limão em jejum. Até a minha Mãe passa a vida a dizer isso. E eu, à cautela, lá vou bebendo um copo todos os dias. Até que li este artigo com 10 razões para o fazer e fiquei tão contente que decidi partilhá-lo convosco.

Também já me disseram que podemos adicionar gengibre, para reforçar o sistema imunitário. E mel. Por isso, pergunto: mais alguém tem este hábito? E, se sim, acrescentam mais alguma coisa? Contem-me tudo e não escondam nada!

11 comentários:

Mulher Mesmo de Sonho disse...

Todos os dias, em jejum: um copo alto com água morna e sumo de meio limão. Sem mais nada. Não é o melhor sabor do mundo, mas suporta-se.

Jo disse...

Por acaso não tenho esse hábito.

Noc@s disse...

Todos os dias em jejum um como de água morna e sumo de meio limão. Por vezes deito uma pitada de pimenta caiena

FME disse...

Sou uma preguiçosa para essas coisas :\

macaca grava-por-cima disse...

e se for chá de gengibre e limão, também vale?

Ana Marques disse...

É bebido com ou sem açúcar? Já ouvi dizer que faz mal ao fígado beber sem açúcar, e que se deve colocar sempre um pouco para cortar o efeito ácido do limão.

Mary disse...

Pois, eu bebo sempre sem açúcar, Ana... mas tenho que me informar melhor, depois dou feedback!

Katy Single disse...

Eu não sei se devo fazer isso, porque tenho tendência a tensão baixa. E sei que beber água e limão é bom para quem tem tensão alta. Mas também já tinha ouvido dizer isso, e acredito que faz muito bem. Mas fazer de vez enquanto também não me deve fazer mal :D

Inês disse...

Eu bebo , e sinto-me melhor, já bebo há uns dois anos, não emagreci mas sinto-me mais desintoxicada.
Gengibre também ponho sempre e raramente fico doente =)

Enjoy the Ride disse...

água morna e limão todos os dias ao acordar. vou experimentar com gengibre. :)

Mary disse...

E pões gengibre em pó ou cortas um bocadinho e atiras lá para dentro, Inês?