quinta-feira, 20 de novembro de 2008

PÁRA TUDO (NOVAMENTE)!!!

Com milhões de novidades para ver lá, não se encontram reunidas quaisquer condições para andar por cá. Faltam só dois dias: TRAGAM-ME A BOMBA DA ASMA, POR FAVOOOOR!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Recaídas e Mais Recaídas


Alguém sabe o que é devorar um pacote de 400 gr. de M&M's de uma vez só? E jantar ("só") Häagen-Dazs? Eu sei. E depois queixo-me.


domingo, 16 de novembro de 2008

A Fome e A Fartura

Depois de uma semana de loucos e de meses de reclusão no que diz respeito ao período nocturno, PM e eu fomos ver o Quantum of Solace na Sexta-Feira e jantar fora sem crianças no Sábado. É caso para dizer que não há fome que não dê em fartura.

Quanto a Daniel Craig no papel de 007, confirma-se que é o meu James Bond preferido (apesar da enorme resistência que lhe dediquei antes de ter visto Casino Royale), superando mesmo o icónico Sean Connery. Está mais humano e - consequentemente - mais falível, com toques de Jason Bourne e do meu querido Jack Bauer. Magoa-se por dentro e por fora, age como um homem de carne e osso e exibe uma dureza áspera mas bem construída, muitíssimo mais verosímil.

De assinalar a total ausência de gadgets, a passagem diplomática para o patrocínio da Ford Motor Company (que ainda deixou o lendário Aston Martin aparecer no início do filme) e a relação cada vez melhor explorada de Bond com M. - interpretada pela fantástica Judi Dench.

Não é (obviamente) um filme do outro mundo, mas vale a pena ver.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

You Can't Always Get What You Want

Acabaram de me oferecer dois convites para a ante-estreia do novo filme do 007. E eu tive de dizer que não, por (duas) razões óbvias.

É das poucas coisas de que sinto saudades: da liberdade de que gozamos quando não temos filhos. Mas já dizia o amigo Mike: you can't always get what you want. And (still) I'm pretty happy with what I've got.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Pão por Deus

Em algumas povoações portuguesas, no dia de Todos os Santos, de manhã bem cedinho, as crianças saem à rua em pequenos grupos, para pedir o "Pão por Deus". Passeiam assim por toda a povoação e ao fim da manhã voltam com os seus sacos de pano cheios de romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e, por vezes, dinheiro. Há localidades em que se chama a este dia, o "Dia dos Bolinhos".

Este costume surgiu (obviamente) porque antigamente havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir. Normalmente, as pessoas punham a mesa com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, estes entravam e comiam à vontade - e ainda levavam alguma coisa para o caminho.

Hoje, já só pedem as crianças. E mesmo assim, só nas terras mais pequenas. Dita a tradição que o pedido do Pão por Deus seja feito (e retribuído) com versos. Perante este costume tão nosso, só me apetece perguntar: porquê a insistência em importarmos o Halloween e o trick-or-treating, quando temos algo muito mais genuíno para reproduzir?

Muito obrigada à P. e ao U., por terem adaptado tão bem este conceito. E pelos saquinhos fantásticos que ofereceram a babies C. e V. Do (fantástico) recheio, já nada resta...