segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Quem quer concorrer à edição portuguesa do Shark Tank?


As inscrições já estão abertas aqui.

Estreia hoje no AXN


Imaginem o que seria uma pessoa... não morrer. Nunca. É este o pressuposto da série Forever, que estreia hoje à noite no AXN. Pelo trailer parece-me uma daquelas séries tão levezinhas que o mais provável é desinteressar-me passados dois episódios, mas como nunca se sabe... daqui a pouco, às 22:15, lá lhe darei uma hipótese.

Aqui fica a sugestão!

Quero!


Estão esgotados em todo o lado e isso (mulher típica) só me faz querê-los ainda mais. Se alguém avistar uns Stan Smith da Adidas em 39, faça o favor de gritar, sim? Agradecida.

O problema do Ebola numa única imagem

imagem retirada daqui

domingo, 12 de outubro de 2014

Do direito a morrer com dignidade


Porque está directamente ligada ao maior de todos os tabus, a eutanásia sempre foi e sempre será um tema envolto em grande polémica. Não só porque ninguém quer morrer, como também porque a morte sempre foi encarada com um "direito" de carácter divino no que respeita à hora da sua chegada.

Mas... e se a vida nos trocar as voltas? E se nos virmos, de um momento para o outro, perante o cenário de uma morte anunciada, dolorosa e inevitável? Nessas circunstâncias, e apenas nessas, não teremos direito a morrer com dignidade?

Como em quase tudo na vida, não existem respostas certas ou erradas a esta questão. Mas depois de conhecer a história de Brittany Maynard, a jovem de 29 anos a quem foi diagnosticado um tumor cerebral maligno - o pior e mais agressivo de todos - e a quem foram dados apenas seis meses de vida, fiquei com a certeza de que era bom termos a hipótese de escolher a forma como, numa situação limite como esta, queremos abandonar este mundo.

Perante o cenário que lhe foi apresentado, Brittany decidiu mudar-se para o Oregon (um dos cinco estados norte-americanos onde a eutanásia é permitida) e morrer no próximo dia 1 de Novembro: em casa, sem dores e rodeada pelo marido, pela Mãe, pelo padrasto e pela melhor amiga.

E quem é que a pode criticar? Eu não. Pela minha parte, resta-me admirar-lhe a coragem (porque é preciso MUITA coragem para pôr termo à vida assim) e desejar que, a partir do mês que vem, ela reencontre a paz que entretanto perdeu.