segunda-feira, 10 de março de 2014

Um Quente Agosto


Um Quente Agosto leva-nos até Osage County, no Oklahoma, onde a família Weston é obrigada reunir-se devido ao misterioso desaparecimento do seu patriarca Beverly Weston. No decorrer desta convivência forçada, tudo começa a vir ao de cima: ciúmes, ressentimentos, ciúmes, segredos... o que acaba por criar um clima de tensão quase palpável entre todos. Um genial - embora algo depressivo - retrato de uma família absolutamente disfuncional apimentado por muito e bom humor negro e coroado por um elenco de luxo  que conta com Meryl Streep (que devia ter ganho o Oscar de Melhor Actiz pela brilhante interpretação de Violet Weston), Sam Shepard, Julia Roberts, Ewan McGregor, Chris Cooper e Juliette Lewis, entre outros.

Um filme que se vê claramente que nasceu do teatro (o argumento baseia-se na peça homónima de Tracy Letts, que lhe valeu um Pulitzer) e que prima sobretudo pela intensidade das emoções nele representadas. Não sendo indispensável (na minha opinião), não deixa de ser um filme a ver.



Dos restaurantes que eu adoro: Noori


Lembro-me como se fosse hoje da primeira vez que comi sushi: estavamos em 2001 e fiquei de tal maneira deliciada que jurei a pés juntos que nunca mais comeria nada na vida. É claro que a promessa durou apenas até à refeição seguinte, mas a verdade é que, 13 anos mais tarde, continuo a gostar de sushi da mesma maneira - que é como quem diz, IMENSO.

O único problema do sushi é que, ao contrário da maior parte da comida, é difícil comer bom, rápido e barato. Ou melhor, era, até ter aparecido o Noori - um restaurante de fast-sushi onde os temakis (sushi em cone) são o produto-estrela. A primeira loja apareceu no Chiado e hoje já existem mais sete, sendo a que frequento mais a do Centro Comercial das Amoreiras.

Gosto de lá ir porque o sushi é fresquíssimo e preparado à nossa frente, porque existe imensa oferta para além dos temakis, porque é rápido (ideal para comer alguma coisa à hora do amoço ou antes de ir para o cinema) e, last but not least, porque os preços são super acessíveis.

Recomendo vivamente a quem gosta de comer sushi no dia-a-dia e se recusa (como eu) a abdicar da qualidade. Sim, porque haveria TANTO para dizer sobre restaurantes chineses a fingirem que são japoneses! Mas isso agora, como já dizia a outra senhora, não interessa NADA.


domingo, 9 de março de 2014

Os deuses devem estar loucos


Ontem à hora do almoço foi a estilista da Moda Lisboa cuja colecção tinha sido inspirada em "teorias de psicanálise e psiquiatria com síndromes antidepressivos". Depois, no Jornal da Noite, foi a reportagem sobre a venezuelana Maya Nava, que vive na favela com a família mas já gastou mais de 10.000 euros em plásticas, tratamentos estéticos e afins para tentar ganhar o título de Miss Venezuela. E que, inclusive, acaba de cozer uma rede de plástico à língua (?!) para não conseguir ingerir alimentos sólidos e, consequentemente, ficar ainda mais magra.

E depois ainda se admiram de eu querer ir para um manicómio.

Debaixo de olho


Cadeira Masters de Philippe Starck para a Kartell com o novo acabamento gloss que vai ser apresentado no próximo Salão do Mobiliário de Milão.


Domingo é um bom dia para...




Bom Domingo!