terça-feira, 11 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Um Quente Agosto
Um Quente Agosto leva-nos até Osage County, no Oklahoma, onde a família Weston é obrigada reunir-se devido ao misterioso desaparecimento do seu patriarca Beverly Weston. No decorrer desta convivência forçada, tudo começa a vir ao de cima: ciúmes, ressentimentos, ciúmes, segredos... o que acaba por criar um clima de tensão quase palpável entre todos. Um genial - embora algo depressivo - retrato de uma família absolutamente disfuncional apimentado por muito e bom humor negro e coroado por um elenco de luxo que conta com Meryl Streep (que devia ter ganho o Oscar de Melhor Actiz pela brilhante interpretação de Violet Weston), Sam Shepard, Julia Roberts, Ewan McGregor, Chris Cooper e Juliette Lewis, entre outros.
Um filme que se vê claramente que nasceu do teatro (o argumento baseia-se na peça homónima de Tracy Letts, que lhe valeu um Pulitzer) e que prima sobretudo pela intensidade das emoções nele representadas. Não sendo indispensável (na minha opinião), não deixa de ser um filme a ver.
Um filme que se vê claramente que nasceu do teatro (o argumento baseia-se na peça homónima de Tracy Letts, que lhe valeu um Pulitzer) e que prima sobretudo pela intensidade das emoções nele representadas. Não sendo indispensável (na minha opinião), não deixa de ser um filme a ver.
Dos restaurantes que eu adoro: Noori
Lembro-me como se fosse hoje da primeira vez que comi sushi: estavamos em 2001 e fiquei de tal maneira deliciada que jurei a pés juntos que nunca mais comeria nada na vida. É claro que a promessa durou apenas até à refeição seguinte, mas a verdade é que, 13 anos mais tarde, continuo a gostar de sushi da mesma maneira - que é como quem diz, IMENSO.
O único problema do sushi é que, ao contrário da maior parte da comida, é difícil comer bom, rápido e barato. Ou melhor, era, até ter aparecido o Noori - um restaurante de fast-sushi onde os temakis (sushi em cone) são o produto-estrela. A primeira loja apareceu no Chiado e hoje já existem mais sete, sendo a que frequento mais a do Centro Comercial das Amoreiras.
Gosto de lá ir porque o sushi é fresquíssimo e preparado à nossa frente, porque existe imensa oferta para além dos temakis, porque é rápido (ideal para comer alguma coisa à hora do amoço ou antes de ir para o cinema) e, last but not least, porque os preços são super acessíveis.
Recomendo vivamente a quem gosta de comer sushi no dia-a-dia e se recusa (como eu) a abdicar da qualidade. Sim, porque haveria TANTO para dizer sobre restaurantes chineses a fingirem que são japoneses! Mas isso agora, como já dizia a outra senhora, não interessa NADA.
domingo, 9 de março de 2014
Os deuses devem estar loucos
Ontem à hora do almoço foi a estilista da Moda Lisboa cuja colecção tinha sido inspirada em "teorias de psicanálise e psiquiatria com síndromes antidepressivos". Depois, no Jornal da Noite, foi a reportagem sobre a venezuelana Maya Nava, que vive na favela com a família mas já gastou mais de 10.000 euros em plásticas, tratamentos estéticos e afins para tentar ganhar o título de Miss Venezuela. E que, inclusive, acaba de cozer uma rede de plástico à língua (?!) para não conseguir ingerir alimentos sólidos e, consequentemente, ficar ainda mais magra.
E depois ainda se admiram de eu querer ir para um manicómio.
Debaixo de olho
Cadeira Masters de Philippe Starck para a Kartell com o novo acabamento gloss que vai ser apresentado no próximo Salão do Mobiliário de Milão.
Domingo é um bom dia para...
- Visitar um Mercado Gourmet.
- Descobrir a obra de um talentoso designer português.
- Saber o que vai acontecer à Majora.
- Conhecer um projecto giro e com rodas para andar.
- Encomendar flores e plantas artificiais de luxo.
- Investir numa jóia intemporal.
- Descobrir uma marca de artigos em pele 100% portuguesa.
- Ir à pizzaria do momento - a tal que ganhou uma estrela Michelin das pizzas.
- Conhecer a Barbie do futuro.
Bom Domingo!
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