quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ele acaba de vestir a camisola!


E de que camisola estamos a falar, afinal? Da camisola da Nova University by Loja da Universidade - um projecto lançado hoje mesmo nos campus de Campolide, Avenida de Berna e Caparica da Universidade Nova de Lisboa.


A marca foi criada pela empresa de licenciamento universitário Ruiva em parceria com os Serviços de Acção Social SASNova e consiste numa linha de merchandising universitário ao melhor estilo das universidades americanas - mas inteiramente feita em Portugal. Além da origem portuguesa, os produtos (desde t-shirts a sweatshirts, uniformes desportivos e artigos de papelaria) são 100% recicláveis.

A marca estará disponível nos três campus da Nova num espaço intitulado “Loja da Universidade”. Os espaços são móveis e têm por base um conceito “Eco-friendly-cool”, sendo totalmente recicláveis e totalmente Made in Portugal. As preocupações ecológicas presentes na criação deste conceito fazem com que sejam inteiramente construídas em madeira, lembrando uma banca de venda ambulante.

A ideia da Loja da Universidade é criar nos alunos da Nova um sentimento de pertença relativamente à Instituição onde estudam, assim como angariar fundos para a Acção Social da universidade.

Hoje, para além de serem inauguradas as três lojas móveis, será também lançada a Loja da Universidade online: uma plataforma que permitirá a alunos, antigos alunos, alunos estrangeiros, professores e funcionários fazerem as suas compras sem terem de se deslocar fisicamente à loja.

Numa altura em que só se fala de crise, desemprego e perda de poder de compra, é refrescante ver que ainda há boas ideias e bons empreendedores em Portugal. Posto isto, se ainda não fizeram like na página da Loja da Universidade, é porque são umas grandessíssimas batatas podres.




It Does



terça-feira, 1 de maio de 2012

Casa onde não há pão...


 ...todos ralham e ninguém tem razão. Diz o povo e penso eu, deparada com as imagens do que aconteceu um pouco por todo o País nos supermercados Pingo Doce.

O meu primeiro impluso foi (confesso) criticar as pessoas. Porque seria incapaz de perder horas a esgatanhar-me por um desconto, porque os portugueses se sujeitam a tudo e mais alguma coisa e por aí fora. Mas se calhar isto sou eu, que não sei o que é não ter dinheiro para comprar comida e outros bens essenciais.

Por outro lado, fico desconcertada com a forma verdadeiramente insidiosa como o Grupo Jerónimo Martins pôs e dispôs dos trabalhadores naquele que ainda é, para todos os efeitos, o seu dia - roubando o descanso de assalariados e consumidores para transformá-los em peões do seu imenso jogo de xadrez político-económico; e decidir, de forma grosseiramente sobranceira, quando e a que preço é que os portugueses fazem as suas compras.

Finalmente, uma grande parte de mim continua convicta de que, mesmo que não estivessemos em crise, o cenário seria mais ou menos o mesmo. Porque o português sempre adorou uma boa pechincha e a caça à dita lhe está no sangue. Ainda assim, não consigo deixar de criticar quem teve a ideia de gozar com as pessoas desta maneira, evidenciando toda uma pobreza de espírito que, em tempos de crise, acaba por estar mais à flor da pele.

Not a Bargain Shopper


Ontem fui à famosa meca dos preços baixos que dá pelo nome de Primark como dizem que se deve ir, ou seja, num dia útil logo de manhã. Andei por lá quase uma hora e concluí que é uma loja óptima para comprar roupa interior, pijamas e afins (trouxe meia tonelada para toda a família!), mas roupa propriamente dita, assim como sapatos, carteiras e afins... confesso que fui incapaz de trazer fosse o que fosse.

Em suma, está visto. Voltarei (apenas) quando precisar de mais homewear.

Day Dreamin'


Desde que soube que a British Telecom pôs à venda 60 cabines telefónicas destas que não páro de tirar medidas à casa. Enfim, sonhar é barato e nunca fez mal a ninguém.

Adoro...


...feriados a meio da semana. E no princípio. E no fim.