sábado, 30 de janeiro de 2010

Rúbrica Coisamálinda (ao Rubro!)

O novíssimo iPad da Apple é tão mas tão giro e faz tanta mas tanta coisa que nem saberia por onde começar, mais vale irem directamente aqui.

A mim, resta-me dizer que quero um. E que faço anos já em Março. Sim?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Rúbrica Coisamálinda

Panasonic Lumix DMC-FT1

Apresento-vos a minha nova máquina fotográfica. Tem 12 simpáticos megapixels, faz filmes em alta definição, é resistente ao choque (leia-se, aos meus filhos) e - la pièce de résistance - 100% à prova de água, o que quer dizer que posso atirá-la para dentro de uma piscina sem que uma única bolha assome à superfície.

Há coisas fantásticas, não há?

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

De Molho

Com praticamente toda a família (incluindo eu) infectada com viroses várias, voltamos quando as mesmas forem devidamente exorcizadas...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Lição de Vida



Não me canso de ver este filme. Se um dia tiver tempo para fazer como nos filmes e escrever alguns conselhos de vida para os meus filhos, vai ser, de certeza, alguma coisa deste género.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Fashionista Tea

E se por algum milagre ainda vos sobrarem uns trocos da estadia no Claridge's, vão até ao The Berkeley e peçam o Prêt-à-Portea: um fabuloso lanche inspirado no mundo da alta costura e que inclui, entre uma selecção dos melhores chás de todo o mundo e umas mini-sanduíches de cair para o lado, biscoitos com a forma de trench-coats Burberry Prorsum, botas Roger Vivier e carteiras Mulberry Bayswater. Juro que saem de lá gordas, falidas, mas muito, muito felizes.

E agora juro que se acabou a conversa do luxo e que vou voltar aos temas do costume. Ora bolas.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O Claridge's

Então cá vai: se alguma vez tiverem uns trocos para gastar (pronto, é capaz de ser preciso um pouco mais que isso, talvez uma nota ou duas pelo meio), vão a Londres e fiquem no Claridge's.

O hotel é lindo de morrer - um verdadeiro monumento art déco -, o serviço é para lá de irrepreensível, os empregados parecem todos saídos de um romance de Somerset Maugham e há celebridades a passearem-se por todo o lado. Ah, e ainda há um elevador à antiga, com direito a ascencorista e sofá para nos sentarmos durante a (longa e extenuante) viagem.

O restaurante do hotel é fabuloso e até a louça é de cair para o lado de gira. Dá vontade de trazer tudo para casa, juro. Isto sem falar do outro restaurante do hotel, o Gordon Ramsay, ao qual não fui mas cuja reputação fala por si. E que exibia uns candeeiros de tecto de roubar, encaixotar e mandar por UPS.

E o hall de entrada? Só vos digo que, quando for grande, quero ter uma casa com o chão assim.

P.S.: É verdade: quando nos sentávamos à mesa, o empregado desdobrava-nos o guardanapo e colocava-o no nosso colo. Percebem agora a diferença entre cinco estrelas e luxo? Eu cá percebi...