segunda-feira, 30 de abril de 2012

M.A.C Essentials


Estava eu a ler este post da minha querida Kitty Fane quando me apercebi que nunca partilhei convosco uma informação do mais útil (diria mesmo life changing) que há: apresento-vos a melhor base e top coat do mundo. Adoro os dois mas sou especialmente viciada no top coat: porque me permite arranjar as mãos à noite, ir para a cama meia-hora depois e acordar com umas unhas super brilhantes e wait for it... sem quaisquer vestígios de marcas de lençóis! 

Palavra de Mary. Comprem, experimentem e depois venham cá dizer se tenho ou não tenho razão (tenho, é claro).

Ele está quase a vestir a camisola!


Por um lado é uma pena, bem sei, que o rapaz é jeitoso que se farta e até parece saído de um catálogo da Abercrombie & Fitch. Por outro, é de produção nacional e vai vestir uma camisola a condizer (ou seja, giríssima e Made in Portugal). Espero que todos já saibam do que estou a falar?

Hoje sem Rodeios ou Astericos

Sua doença FILHA DA PUTA: desde que tentaste levar o meu Pai que não posso sequer ouvir o teu nome. Graças a Deus, ele deu-te uma grandessíssima coça e mandou-te passear, mas tu não desistes mesmo, pois não? Pois eu digo e repito: um dia ainda vamos ser nós a limpar-te o sebo. Não perdes pela demora. Até lá, perdemos nós:

«Às vezes encontramo-nos com a cabeça nas mãos. Tudo o que poderia ter corrido bem correu mal. O mundo, que era igual à vida, afasta-se de repente. Distancia-se e continua a existir, como se nada tivesse a ver ou a haver connosco, como se fizesse questão de mostrar a independência dele, mundo, que não existe só porque nos damos conta dele. A má notícia é má, mas a pior, para quem cá está, é a pessoal. A minha pessoa é a Maria João e a Maria João passa mal. Nem o amor nem a sabedoria médica a podem salvar. Só uma conjunção das duas coisas, mais um acrescento de milagre. O cabrão do cancro alastra-se. Exterminado no pulmão ou na mama, foge para o cérebro, onde se refugia e cresce. Forma uma força da morte, aproveitando as barreiras antigas entre o sangue e o cérebro, que infiltra conforme lhe apetece. Hoje, domingo, é o último dia em que estaremos juntos, dois amores, felizes há quase vinte anos. Amanhã, logo às nove da manhã, estaremos na consulta dos excelentes neurocirurgiões do Hospital de Santa Maria, onde nos avisarão das complicações possíveis. Obama deveria inspirar-se na perfeição clínica e humana do serviço de saúde português e francês. Mas a dor não diminui. Nem a tristeza abranda. Vai morrer o meu amor. Não vai. Como o meu amor por ela, nunca há-de morrer. As coisas acontecem sem acontecer o pensamento nelas. A alma, o coração e a cabeça são coisas diferentes. Que se dão bem. E são amigas. E deixam de ser quando morrem».

Miguel Esteves Cardoso, in Público, 29.04.12

domingo, 29 de abril de 2012

Relações Perigosas


Eu estou cada vez mais gorda. PM está cada vez melhor a cozinhar, sobretudo doces. A Poisoned Apple deu-me uma receita de comer e chorar por mais. Este Verão não vai começar nada bem.

Os Portugueses, A Crise e O Fado


Hoje apetece-me falar da crise. Em princípio será a primeira e última vez, que este blogue é um espaço leve, descontraído e bem disposto e não tem por objectivo deprimir ninguém. Ainda assim, apetece-me verbalizar o evidente - e dizer aquilo que ninguém parece querer dizer.

Então aqui vai: os principais culpados da crise somos nós. Não é (só) o governo, nem os bancos, nem a má sorte, mas sim nós, os portugueses. Por esta altura já devem estar de boca aberta a olhar para o computador e a pensar "esta passou-se!"; mas peço-vos que fiquem por aí e me acompanhem só mais um pouco, pode ser?

Ora, o principal réu de todas as crises, o eterno culpado de toda a desgraça é sempre "o governo". É nele que os portugueses descarregam a sua revolta e centralizam grande parte do mal que lhes cai em cima. E não deixa de ser verdade. Mas esquecem-se que não se trata do último governo apenas, mas sim de uma sucessão deles, uns piores que os outros - eu, por exemplo, acho que o governo de José Sócrates contribuiu particularmente para o estado das coisas, mas outros pensarão o contrário, que isto as histórias têm tantos lados quantas as personagens que nelas participam. Ainda assim, parece-me ser impossível canalizar tudo n"o governo", essa entidade quase asbtracta que constitui o muro das lamentações preferido dos portugueses.

Depois, temos a história dos bancos. E aqui, meus caros leitores, é que a porca torce mesmo o rabo. Porque se é verdade que os bancos emprestaram dinheiro a toda a gente, negligenciando de forma grosseira a taxa de esforço das famílias, também é verdade que ninguém obrigou os portugueses a lhes pedirem dinheiro. E se os portugueses pedem dinheiro para tudo! Como se não lhes bastasse a prestação da casa que maioria é obrigada a pagar, ainda pedem dinheiro para o(s) carro(s), para a televisão, para os electrodomésticos e até para as férias! Sim, porque o português morre se não trocar de carro de quatro em quatro anos, se não tiver uma televisão do tamanho da sala e se não passar as férias da Páscoa no Brasil ou em Cabo Verde! Tudo pago a crédito e, por vezes, com recurso a empréstimos tipo Cofidis para pagar os créditos anteriores. Uma verdadeira pescadinha de rabo na boca.

Com isto não quero dizer que não faço parte dos culpados. Muito pelo contrário. Há dois Natais, por exemplo, dei um iPad a PM e ele deu-me uns Louboutin. Nenhum dos presentes foi comprado a crédito, é certo, mas ainda assim não havia necessidade, como dizia o outro. E a verdade é que hoje seria difícil voltarmos a fazê-lo. Porque os tempos estão mesmo muito complicados. Por outro lado, e à excepção da casa, não pagamos nem nunca pagámos nada a crédito; adorava ter um Mini mas tenho um carro com 12 anos; sonho com uma empregada que venha cá a casa todos os dias mas só tenho dinheiro para uma vez por semana... e por aí fora. E, apesar de tudo, sou feliz assim: porque tenho saúde, uma família fabulosa, bons amigos, um emprego e isso é que realmente (me) interessa.

Com isto também não quero fazer dos portugueses os maus da fita. Porque a par destes "portugueses" que descrevo, também existem muitos outros que nunca conseguiram sequer comprar nada supérfluo. E mesmo estes de quem falo, esta imensa maioria que agora sofre para fazer esticar o dinheiro até ao final do mês, muitos deles passaram pelo mesmo na década de 80. E se por um lado deviam ter aprendido a lição, por outro é natural e humano que se queiram ter "vingado" das provações que passaram - e comprado tudo aquilo de que foram privados na época.

É certo que a vida é feita de ciclos e que, daqui a uma ou duas décadas, viveremos novamente uma altura de (falsa) riqueza, para depois "cairmos" novamente. Sempre foi assim e sempre será.

Mas aquilo que me irrita mesmo é a necessidade que os portugueses têm de alienar toda e qualquer culpa: porque eles nunca têm culpa de nada. A culpa é sempre "do governo" (como se não fossem eles a eleger os governos), dos bancos, "lá de fora" ou da má sorte que sempre lhes assistiu. E assim se vão escondendo atrás de um imenso fado que de tudo os isenta e todas as culpas acata. E assim continuaremos a viver numa imensa montanha russa, com altos e baixos bem maiores que os necessários, até nos mentalizarmos de que, da mesma forma como fomos nós que nos metemos nesta embrulhada, também teremos que ser nós a arregaçar as mangas e a sair dela.

E pronto, agora sim: está na altura de me chamarem nomes, apedrejarem em praça pública e condenarem aos ostracismo virtual.

sábado, 28 de abril de 2012

Estados Unidos em Lisboa

My precious!

Lembram-se da informação de utilidade pública que partilhei convosco há um mês ou dois? Pois esqueçam: agora existe um sítio maior e melhor para comprarem produtos americanos! Adeus, malas cheias de M&M's de peanut butter de amendoim ou de Hershey's Kisses (coisa que detesto, mas que me pedem sempre para trazer): acaba de abrir, em plena Lisboa, o supermercado americano Liberty, onde poderão encontrar verdadeiras maravilhas como M&M's de manteiga de amendoim, menta, coco, pretzel e amêndoa, latas de sopa Campbell’s, molhos de barbecue Jack Daniel's, marshmallows para assar, Reese’s Peanut Butter Puffs, etc, etc, etc. Em suma, tudo quanto é marca americana em tamanhos a condizer - que é como quem diz, em versão XXL. Só para terem uma ideia, há pacotes de M&M's de quilo e meio. Não é preciso dizer mais nada, pois não?

E onde é essa maravilha, perguntam vocês? No Largo de São Sebastião da Pedreira, 9D. E o horário? De Segunda a Sábado, das 9h00 às 19h00. E o telefone? Tel: 21 354 52 43. E não, não têm nada que agradecer!

Fotografia: i Online

♥ MNG

Este recebi-o nos anos - obrigada, Floripes!

Até há bem pouco tempo, a Mango era uma marca que não me atraía nada. Achava as lojas uma confusão, as roupas feias e a qualidade sofrível. Mas a verdade é que este ano mudei de ideias - não só os preços estão irresistivelmente baixos, como a colecção está giríssima. A qualidade, essa, continua a não ser grande coisa, mas pelo preços que as coisas custam e pelo tempo que é suposto durarem... enfim, acho que vale a pena.

E como sou obcecada por vestidos (não há coisa mais prática, confortável, elegante e feminina!), já conto com três vestido da Mango na minha colecção. Entretanto, senhores da Mango: venha de lá esse cartão platina!

Este foi o primeiro que comprei. Mais um para a minha enooooooorme colecção de vestidos azuis escuros.

A minha última aquisição!

Este está a modos que debaixo de olho...

Weekend Mode


sexta-feira, 27 de abril de 2012

See Ya, Enterprise!

O space shuttle a sobrevoar o Lincoln Center

Imagens da viagem final do space shuttle Enterprise, que sobrevoou hoje os céus de Nova Iorque à boleia de um Boeing 747 modificado para assinalar o final da sua "carreira" na NASA.

O Enterprise foi o primeiro space shuttle a ser construído pelos Estados Unidos mas a verdade é que nunca chegou ao espaço, já que foi concebido como protótipo para testes. Próximo destino? O Intrepid Sea, Air and Space Museum (da próxima vez que for a Nova Iorque, escusado será dizer que lá estarei caída). *

A passar pela Estátua da Liberdade

Algures sobre Nova Iorque

* Desde que me conheço que sou doida por aviões, naves espaciais e afins.

Um Imenso Abraço


"Com o meu filho Miguel foi uma parte de mim. Possivelmente a melhor. Mas o que ele me deixou de amor será o suporte dos dias que ainda irei viver até o voltar a encontrar. A todos os que aqui me acarinharam vai o meu imenso e reconhecido abraço. Bem hajam!"

Helena Sacadura Cabral no blogue Delito de Opinião

P.S.: E no curto espaço de um mês já são duas as Mães - uma delas uma boa amiga - que vejo perderem filhos à conta da desta doença de merda.

Hungry Like the Wolf #2


Baby V. acabadinho de jantar (e bem):

- Mãe, ainda tenho fomeeeeeeee!
- A sério? E o que queres comer? Um iogurte? Uma bolacha?
- Lasanha.

If you have to do it... do it BIG!


quinta-feira, 26 de abril de 2012

When a Man Loves a Woman


"Há nove anos, eu e a minha mulher mudámo-nos para a costa leste, para começar uma vida nova, e seis meses depois foi-lhe diagnosticado um cancro de mama". É assim que o fotógrafo Bob Carey (a fraca figura presente nas fotografias) descreve o momento em que a sua vida mudou – e em que nasceu The Tutu Project.

A partir daquela altura, Bob decidiu que faria a mulher rir a todo o custo. Porque "rir é o melhor remédio para as adversidades com que a vida, por vezes, nos surpreende", explica. Nem que para isso tivesse que vestir um tutu cor-de-rosa e deixar-se fotografar nos mais diversos locais dos Estados Unidos: no metro, em pleno Grand Canyon, no meio de um campo de trigo ou deitado numa passagem de peões de Times Square.

Para além de fazer a mulher sorrir, o objectivo de Carey é tirar fotografias suficientes para compor um livro cujas vendas reverterão para uma serie de instituições ligadas à prevenção do cancro da mama.

Mais do que uma série de fotografias de um homem gordinho e peludo, esta é uma das demonstrações de amor mais tocantes que já vi. Porque é (sobretudo) nos maus momentos que o amor é necessário. E porque, por vezes, rir é mesmo o melhor remédio.

Visitem o site aqui, vejam a notícia aqui e partilhem!




GCB


Vi o primeiro episódio sem grandes expectativas mas confesso que adorei. É do mesmo criador de O Sexo e A Cidade, passa-se no Texas (Dallas) e tem como principais protagonistas um grupo de amigas bastante "giras, cuscas e beatas" - esta foi a (fraca mas possível) tradução encontrada pelo AXN White para o título original Good Christian Bitches, entretanto alterado para Good Christian Belles.

Se gostam de séries leves, divertidas e com bastante sentido de humor, de certeza que vão adorar. Trailer aqui.

Ele Vai Vestir a Camisola!


Leitores do meu coração, sejam uns queridos e façam um sentido "like" na novíssima página do Facebook da Loja da Universidade - e sejam os primeiros a descobrir que camisola irá este estupendo rapaz vestir já no próximo dia 2 de Maio!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Detesto Este Tempo

Dá-me dores de cabeça e põe-me o cabelo mole. Pronto, era só isto.

R.I.P., Miguel Portas


E a doença mais filha da p**a de todas lá arranjou maneira de nos roubar mais um. Escolhido a dedo, como (quase) sempre. Mas não perde pela demora. Um dia ainda seremos nós a limpar-lhe o sebo a ela.

Sleepin' In

terça-feira, 24 de abril de 2012

Em Abril, Livros Mil?


Adorava saber quem foi o ser iluminado que teve a brilhante ideia de antecipar a Feira do Livro. Numa altura em que o País atravessa uma crise profunda (e em que as pessoas fazem cada vez mais contas à vida), passar esta iniciativa para Abril parece-me um verdadeiro tiro no pé. Ainda por cima quando toda a gente sabe que as estações do ano começam e acabam cada vez mais tarde e que a Feira do Livro não é (nem nunca foi) apenas uma feira do livro - mas também uma oportunidade para dar um passeio ao sol, comer um gelado ou sair de casa numa noite de Verão.

Já estou mesmo a ver as notícias quando a Feira acabar: que foi uma desgraça, que não venderam nada, que o decréscimo nas vendas foi na ordem dos dois dígitos e por aí fora.

Para a próxima, quanto mais não seja, dêem ouvidos à sabedoria popular e pensem que juntar as águas mil de Abril a um frio do cão e à falta de dinheiro... é capaz de não ser uma boa ideia.

The Middle


Se gostam de intercalar boas séries com outras mais ou menos brainless - para aqueles bocadinhos em que vos apetece ver alguma coisa sem pensarem em mais nada -, deixo-vos uma boa sugestão: chama-se The Middle, dá no Fox Life e é sobre uma família a roçar o medíocre que vive algures no meio do nada (daí o nome).

Não chega aos pés de Modern Family, The Big Bang Theory ou How I Met Your Mother, mas dá para rir. Cá em casa, pelo menos, gostamos.

Trailer da praxe aqui.

I Shall

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Missing (an Opinion)


Alguém viu a nova série Missing, que estreou a semana passada no AXN? Estava curiosa mas confesso que fiquei algo desiludida: senti que estava a ver um The Bourne Identity (formato que nunca me fascinou) no feminino. A história não tem nada a ver, mas a dinâmica da coisa pareceu-me mais ou menos a mesma.

Acham que vale a pena continuar a ver? Ficaram com uma opinião diferente da minha?

Para quem não faz a mais pequena ideia do que estou a falar, deixo o trailer aqui.

Fases da Minha Vida (Recente)

a.i. e d.i (antes do iPad e depois do iPad)

Auto-Retrato

domingo, 22 de abril de 2012

Hungry Like the Wolf


Quem me conhece sabe que sou miúda de alimento e que essa história de dietas, sopinhas e saladas não é coisa que me assista. Ainda assim, sempre que vou ao H3 (o restaurante preferido dos meus filhos), raramente consigo comer um menú até ao fim: os hambúrguers são gigantescos e a meio já me sinto qual Obélix após ter ingerido três javalis.

Já Baby C. (quatro anos) come um menú inteiro com arroz extra e Baby V. (sete) um menú e meio. Cheira-me que em breve lhes vou pendurar dois nutritivos fardos de palha à volta do pescoço.

Sunday Mood

sábado, 21 de abril de 2012

Conselho de Amiga


Se virem estes iogurtes na prateleira do supermercado, fujam a sete pés: são para lá de deliciosos (sabem a tarte de limão), têm um valor calórico a condizer e dá vontade de comer todos os quatro de uma vez só.

Olhem que quem vos avisa, vossa amiga é. E assim sempre ficam mais para mim.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

I Should Have Known Better

Lembram-se da cadeira que encomendei na Amazon e que estava quase a chegar? Pois já chegou. E já está na sala.

Os meus filhos, em contrapartida, estão cada um no seu quarto, de castigo.

E o que é que estes dois factos têm a ver um com o outro, perguntam vocês? Tudo, respondo eu. Tudo.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Fame Monsters


Acabo de folhear a Lux da semana passada e em apenas cinco minutos descobri que a Isabel Angelino e o Ângelo Rebelo (que se divorciaram em Agosto do ano passado e reconciliaram no final do ano) se casaram pela segunda vez numa "cerimónia simbólica", que a Sofia Ribeiro e o Rúben Rua (que estiveram casados durante quatro meses) estão "felizes de novo" e que a Rita Guerra e o António Pedro Cerdeira descobriram que não podiam um com o outro nem com molho de tomate em plena lua-de-mel.

Juro que até fiquei emocionada com tanto amor à fama e ao dinheiro.

Sometimes


Às vezes a minha vida parece um filme do Woody Allen em modo fast-forward com um filme do Manoel de Oliveira em pano de fundo.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

terça-feira, 17 de abril de 2012

Do Frio

Estamos em Abril e hoje de manhã só não calcei as minhas Ugg porque... estamos em Abri.

Máinada!


Ainda sobre o assunto de ontem, aqui fica a fotografia com que tenho sonhado desde que li a notícia. Entretanto, vou resistir a uma série de piadolas sobre os cornos do Juan Carlos citando, à descarada, as sábias palavras do acutilante (e divertidíssimo) Tiago Mesquita, que diz tudo aquilo que me apetece dizer sobre este assunto e cujo blogue 100 Reféns recomendo vivamente:

Uma pena o Rei de Espanha não ter partido a tromba
 
Depois de ver a fotografia infeliz do rei Juan Carlos ( aparentemente feliz em 2006), de caçadeira em riste, com um elefante morto atrás de si com a tromba dobrada e colocada propositadamente - em jeito de troféu - de encontro a uma árvore, o mínimo em termos de sofrimento que desejo a este senhor são as múltiplas fracturas na anca a que teve direito ao cair de rabiosque no chão, há poucos dias, em pleno acampamento de caça grossa. Por mim podia ter partido a real tromba, ser atropelado por uma manada de elefantes em fuga ou servir de entrada à ceia de meia dúzia de leopardos. Dormia (eu, e não o rei) bem mais descansado.

A proprietária do acampamento onde Juan Carlos deu o tombo - a empresa Rann Safaris - cobra milhares para que este tipo de pessoas goze com a vida, neste caso regozije com a morte, imputada de forma facínora e cruel a diferentes animais selvagens que têm oportunidade nula de se defenderem. É caso para perguntar: quem é o selvagem, o elefante ou o rei? Cobarde. Um verdadeiro nojo.

A mesma empresa oferece pacotes de diversão/massacres selvagens que vão de safaris de 14 dias para caçar elefantes no Botswana ao preço de 59.500 dólares, 14 dias de safari para caçar leopardos por 46.900 dólares ou ainda 14 dias para caçar búfalos a 29.120 dólares. O rei nuestro hermano parece adorar este tipo de pacotes pois figura numa outra foto divulgada de espingarda na mão junto ao corpo já sem vida de dois búfalos. Haja dinheiro (crise? o que é isso?), falta de humanidade e sobretudo excesso de estupidez. Curiosamente, ou não, poucos minutos após a publicação desta informação a página principal da Rann Safaris foi bloqueada : 'This Account Has Been Suspended'.

Até há algum tempo achava que as famílias reais europeias mantinham a função (paga e bem pelos contribuintes dos países que ainda sustentam esta pândega) de animar os súbditos com historietas de faca e alguidar, imbecilidades, debilidades, escândalos e disparates. Mudei de opinião: esta gente não serve para rigorosamente nada.

Brigitte Bardot, em carta aberta ao rei de Espanha, foi clara: "É indecente, repugnante e indigno de uma pessoa com a sua responsabilidade. Você é a vergonha de Espanha". Nada a acrescentar.

Tiago Mesquita (http://www.expresso.pt/)

Cool Stuff

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Para quem não viu...


...aqui fica o momento da noite televisiva de ontem. O momento em que Luísa Abreu, irmã de Luciana Abreu e tia de Lyonce Viiktórya, profere a enigmática frase "Aquele senhor ainda se vai sentar um dia e aplaudir-me de pé".

Poesia, é o que isto é.

Realmente...!


Juro que ainda estou meia abananada com esta história de o Rei de Espanha ter usado dinheiros públicos para ir para o Botswana matar caçar elefantes. Que Deus me perdoe, mas se dependesse de mim, o senhor não tinha voltado (apenas) com a anca feita num molho de brócolos; tinha lá ficado, mesmo. Bem esmigalhadinho aconchegadinho debaixo de um elefante, como é óbvio.

Almost Mine

Cadeira de baloiço RAR - Charles & Ray Eames

Há que tempos que andava a sonhar com ela e... enfim, lá teve que ser. Vem a caminho do Reino Unido e deve chegar esta semana. Estou é para ver quanto dura nas mãos de duas crianças que desataram aos gritos mal perceberam que iam ter uma cadeira de baloiço na sala. Medo.

Importa-se de Repetir?


Baby V. enquanto se vestia (sozinho) no quarto: "Sou uma brasa".