segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Aliás...


...nem sei bem qual odeio mais: o Dia dos Namorados, o Carnaval ou o Halloween.

Halloween


Serei a única pessoa a detestar o Halloween e a não perceber a necessidade de importar (mais) uma tradição que não é nossa e que ainda por cima faz a apologia do quanto-mais-feio-melhor?

Se calhar sou.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

In Love


Estou completa, absoluta e irremediavelmente apaixonada pela colecção de Outono/Inverno da Area. Sempre que lá entro tenho ataques de falta de ar dignos do meu bom e velho Ventilan - semelhantes ao que tive quando fui ver o condomínio onde foram fotografados alguns ambientes do catálogo, o Twenty Two. Quando for grande quero ter uma casa assim. Até lá, vou só arranjar um hacker que aceda às offshores do Sócrates e já volto.

O aparador, senhores, o aparador.

As estantes, senhores, as estantes.

Era o pacote mesa de centro + tapete, se faz favor.

Como já tenho a cama, não me podem oferecer a secretária...?

Assimo como assim também pode ser a banqueta em capitoné. E o cavalo.

Não sei se comece pelo espelho art déco se pelas riscas.

Macacos me mordam se não compro um quadro desta colecção.

O biombo espelhado, a jarra e a banqueta são para embrulhar. E também vou precisar do pantone da tinta azul petróleo. Agradecida.

E prontos, a modos que era isto. Coisa pouca, portanto.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Grrrr!


Fico doida com aquelas pessoas que passam a vida a dizer  "o meu maior defeito é ser super teimosa", à laia de quem quer realmente dizer "vejam como sou fantástica e tenho imeeeeeeeeensa personalidade".

O que nos traz novamente ao meu grande, enorme, crescente, maior defeito.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O Segredo da Felicidade


Esta semana, a propósito de um incidente que me fez recordar o dia em que parti a cabeça, tinha eu 18 anos, o meu Pai perguntou-me se estaria disposta a parti-la novamente e a apanhar outro susto de morte (como apanhei na altura) para voltar a ter aquela idade. Respondi-lhe com um “não” peremptório e ele ficou meio atónito a olhar para mim, sem perceber muito bem por que motivo alguém se recusaria a tirar 20 anos de cima do lombo assim de mão beijada – ou, neste caso, de cabeça partida.

Mas a verdade é que, hoje em dia, sou uma pessoa muito mais feliz do que era naquela altura. E não é (só) porque agora tenho o meu marido e os meus filhos. É porque, a partir de determinada altura, deixei de viver em função dos outros - daquilo que os outros pensam e esperam de mim - para viver em função daquilo que me faz realmente feliz.

No meu caso, isso implicou deixar de fazer uma série de fretes que só serviam para me chatear, eliminar algumas pessoas que não interessavam para nada da minha vida, deixar de ler determinados livros, ouvir determinadas músicas e ver determinados filmes só porque era suposto (apesar de me deprimirem de morte) e por aí fora. Por outras palavras, passei a ser (mais) feliz a partir do momento em que deixei de viver para os outros e passei a viver para mim – e para aqueles que, de tão bons e importantes que são, resistiram à razia da (in)felicidade.

E este, meus amigos, é o segredo da felicidade. Pelo menos da minha. Que isto a vida são dois dias e não há tempo a perder com coisas que não (nos) interessam.

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